
A produção de manga em Monte Alto e Taquaritinga (SP) vem atravessando um período de desafios que tem desestimulado parte dos produtores. Segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea, a bacteriose segue como principal problema para o desenvolvimento dos pomares paulistas, reduzindo tanto a produtividade quanto a qualidade das frutas. Além de problemas causados pela bactéria, casos de deriva de produtos químicos vindos de demais áreas, sobretudo de cana de açúcar também seguem como um desafio a mangicultura do estado. Para a temporada 2026/27, os pomares já se encontram em processo de desenvolvimento vegetativo, favorecidos pelas chuvas recentes. As primeiras floradas na região já começaram a ser observadas, devendo avançar no decorrer do próximo mês. Até o momento, as condições em campo seguem dentro do esperado.
No entanto, caso novas pancadas de chuva atinjam as localidades paulistas e as temperaturas médias aumentem, é possível que as taxas de vegetação sejam maiores do que as de florescimento, condição que poderá atrasar o calendário paulista e ocasionar menor disponibilidade de frutas. Quanto à colheita, as primeiras áreas de Monte Alto e Taquaritinga devem passar a abastecer o mercado interno a partir de outubro, começando com a tommy.
Fonte: hfbrasil.org.br